Muito se fala sobre o poder que a tecnologia tem de transformar a realidade de uma frota. O mercado não para de avançar e de surpreender. A coordenadora de Facilities e Mobilidade do Serviço Social da Indústria, SESI Paraná, Juliana Taborda, que o diga.
Entre agosto e setembro de 2025, após um processo de licitação, a telemetria Golfleet foi contratada e instalada na frota do SESI Paraná, composta por mais de 400 veículos entre próprios e terceirizados, leves e pesados.
A coordenadora destaca que todo o processo fluiu de forma rápida e satisfatória. “A fase de instalação dos equipamentos aconteceu em torno de 15 e 20 dias. Após o término da licitação, a gente já fez as reuniões de alinhamento, passamos as informações necessárias e na sequência já começou a fase de instalação, com atendimento até nos finais de semana”, lembra.
A organização e a proatividade do time responsável pela contratação do serviço e pela instalação dos equipamentos foram aspectos que chamaram a atenção de Juliana.
“A gente teve total amparo tanto do time de gestão do contrato, quanto do de operações. A gente só conseguiu fazer as instalações acontecerem dentro do prazo porque o time da Golfleet estava realmente disposto a fazer acontecer, ficando de plantão para resolver todas as possíveis intercorrências e fazer o processo caminhar”.
Ela afirma que a escolha pela Telemetria Golfleet foi um acerto. “Nós estávamos em busca de uma ferramenta bastante tecnológica, que comportasse todas as nossas necessidades, incluindo o rastreamento e a gestão do veículo com relatórios e dados”, conta Juliana, acrescentando que um dos gargalos enfrentados era a ociosidade da frota, que roda em torno de 300 mil km por mês em todo Paraná.
“A Golfleet é uma empresa completa, tecnológica e os dados gerados são muito confiáveis. A equipe nos ajudou a desenvolver o que a gente realmente precisava, estando sempre disposta a nos ouvir. O atendimento tem feito toda a diferença”.
Uma das ações realizadas internamente foi apresentar os diferenciais do sistema Golfleet para a alta diretoria do SESI Paraná.
“Fizemos uma demonstração para mostrar como acontece o rastreamento. Mostramos que é possível ver em tempo real quantos veículos estão parados nas unidades e através dos relatórios, temos acesso ao tempo de ociosidade e conseguimos tomar as atitudes necessárias”
De acordo com ela, graças ao sistema, hoje é possível tomar decisões assertivas.
“Para nós, o ideal é que os veículos circulem em torno de 220 horas por mês. Se os carros não completam essas horas, fazemos uma apresentação com os indicadores”, comenta, mostrando o quanto os dados trazem segurança aos gestores.
Para o futuro, as expectativas são muito otimistas. “Muitas melhorias estão por vir e teremos resultados sólidos para apresentar em breve. Estamos trabalhando na integração de sistemas e avançando”, garante Juliana que tem MBA pelo Instituto PARAR, está sempre participando dos eventos e buscando conhecimentos para se aprimorar.
Não temos dúvidas de que esse é só o começo.

